DOCUMENTÁRIOS

GRUPO ARTÍSTICO CULTURAL

RAÍZES DA JURÉIA

Domingo - 08/11 - 15h

O fandango do Vale do Ribeira e Peruíbe, música tradicional caiçara expressa em ritmos e danças diversas, preservado na musicalidade do grupo Raízes da Juréia. Culturas, hábitos e vida em sociedade nas vozes de caiçaras residentes na praia do Guaraú. 

Mestre Ciro Xavier Martins é tocador, conhecedor da cultura caiçara, sendo canhoto aprendeu a tocar na viola do pai que não permitia que ele virasse as cordas, e desde então toca com as cordas trocadas. Toca todos instrumentos de corda, da viola caipira de 10 cordas à rabeca, participando de inúmeros festejos em todo litoral paulista, preservando as práticas tradicionais caiçaras dentro dos seus territórios de origem.

GRUPO CULTURAL E ARTÍSTICO BAOBÁ DE MALÊ

Domingo - 15/11 - 15h

Espaço Cultural Quilombo Baobá, em Peruíbe (SP), com forte atuação social no bairro do Caraguava, mantém viva a cultura popular brasileira por meio da disseminação de práticas e saberes presentes na cultura pernambucana.

Moxé dos Malês é mestre de cultura popular e consagrado mestre de capoeira pela Porto dos Malês. Ao lado de Badía Nagô, transmitem seus conhecimentos através do desenvolvimento da capoeira e de estudos das manifestações culturais como o “Côco”, “Ciranda”, “Baque de Maracatu”, “Frevo”, “Cavalo Marinho”. Em seus shows, os brincantes se revezam entre vocais, xequeres, alfaias, ngomas, pandeiros e ganzás. São mestres, músicos, artistas, cantadores, tocadores, dançadores, educadores.

PROGRAMAS

Grupos com forte atuação em teatro de rua expõem seus processos criativos e espetáculos, revelando os bastidores da criação. 

BRAVA COMPANHIA

Este Lado para Cima - Isto não é um espetáculo

Sábado - 07/11 - 17h30

A ordem e o progresso fundamentam o surgimento de mais uma cidade e os seus habitantes vivem em razão do trabalho e sonhando com um futuro de felicidade. Até que uma crise, causada pelos seus próprios dirigentes, se abate sobre essa metrópole ameaçando a ordem estabelecida, e obrigando a criação do “mais avançado artefato da tecnologia humana”: uma bolha, que do céu vigiará tudo e todos, para manter as coisas como sempre foram. “A bolha é a representação de uma superestrutura organizadora e mantenedora da ordem ou de qualquer outra forma de poder opressivo”, comentam os diretores Fábio Resende e Ademir de Almeida.

MAMULENGO DA FOLIA

A folia no Terreiro do Seu Mané Pacaru

Domingo - 08/11 - 17h30

O Mamulengo da Folia é o teatro popular despojado e apresentado dentro de uma barraca sanfonada, onde fica o mamulengueiro com sua mala de bonecos. Sendo o Mamulengo um teatro de crítica social, sucedem-se durante o espetáculo as sátiras, as paródias, as situações que levam o público ao paroxismo do riso. Esta é a principal meta do mamulengueiro, deflagrar o riso entre a assistência, mantendo o público preso ao espetáculo o tempo todo.

Danilo Cavalcante, (o criador do mamulengo da folia) nasceu no sítio de Taruassu, município de Canhotinho  PE. Trata-se de um brincante que mais tem se destacado na revitalização do teatro de mamulengo, ativo tanto aqui na região sudeste como em PE. 

CIA. DOS NÁUFRAGOS

A Ilha Desconhecia

 

Sábado - 14/11 - 17h30

 

O espetáculo reconta através de uma trupe de atores/marinheiros uma simples história: um Homem vai à procura da Ilha Desconhecida, com a convicção de que só se conheceria quando na ilha estivesse. Também é a história de uma Mulher que, por intermédio do destino, têm sua vida entrelaçada à do Homem. Uma inusitada jornada repleta de diversos obstáculos, um rei despótico e sua política de favores, ferozes burocratas, marinheiros incrédulos e uma inesperada companheira de viagem.Uma alegoria da nossa busca pelo sentido do mundo e uma sátira da situação do mesmo. Livremente inspirada na obra de José Saramago.

CIA. CÊNICA

Sabiás do Sertão

 Domingo - 15/11 - 17h30

 

Abordando a história de Castatinha & Inhana , primeira dupla sertaneja formada por marido e mulher, o espetáculo reverencia o casal , expoente da música caipira e relembra a cultura de raiz; o ser, estar e viver artista; o prazer da canção e do encantamento. O circo e o rádio presentes na trajetória da dupla são trazidos à cena por uma companhia ambulante de teatro, com artistas rapsodos que contam, vivem, tocam, dançam e cantam um pouco da vida e muito do repertório de toadas, guarânias, rasqueados, boleiros, rancheiras e canções imortalizadas nas vozes desses “sabiás do sertão”.

GRUPO DE CIRCO E TEATRO

ROSA DOS VENTOS

A Farsa do Advogado Pathelin

Sábado - 21/11 - 17h30

 Com muito humor, improvisos, trocadilhos com o público, num tom muitas vezes escatológico e impudico, o espetáculo A Farsa do Advogado Pathelin revela o ser humano em sua ganância e habilidade para tirar vantagens. O personagem que dá titulo a esta farsa escrita em 1470, ainda hoje é citado por parlamentares que aludem seu nome em discursos moralizantes contra os maus hábitos na política. A Originalidade desta montagem fica a cargo da inserção de conflitos paralelos à história da farsa. Com muito humor, os atores/palhaços expõem diferentes pontos de vista sobre a encenação. A Farsa do Advogado Pathelin mexe com os poderes morais e políticos, levando à cena seres alucinados pela pobreza e pelos humores do baixo ventre, entorpecidos pela oportunidade de trapacear a todos e a si próprios.

CIRQUINHO DO REVIRADO

Júlia

 

Domingo - 22/11 - 17h30

 

 Júlia, uma mulher das ruas, vem chegando. Palheta, seu fiel escudeiro, é quem a conduz. Na bagagem, coisas do mundo, coisas da vida, tantas coisas. Entre realidade e ilusão há uma linha muito tênue, onde uma mulher sem pernas seria capaz de rodopiar. Esta dupla errante gira o mundo ou é o mundo quem os gira? Excluídos pelos excluídos, dizendo-se donos dos restos de um circo incendiado, Júlia e Palheta "se viram". Não é fácil ter pernas!

BARRACÃO CULTURAL

A Condessa e o Bandoleiro

 

Sábado - 28/11 - 17h30

 

Uma condessa entediada decide sair da vida tediosa da riqueza e atravessar a floresta em direção a um baile, acompanhada de um barão e sua ama.  No caminho, são obrigados a pernoitar em uma taberna, onde se encontrarão com o temido bandoleiro Zé Facada, que os colocará diante de um novo mundo que mudará suas visões de si mesmos e dos outros.

CIA. QUASE CINEMA

Delírio, Sombras do Inconsciente

 

Domingo - 29/11 - 17h30

 

“Delírios, sombras do inconsciente” , performance que pesquisa a loucura como material poético e utiliza a arquitetura como parte da obra, um cinema vivo.
Trabalho híbrido, que nasceu nas artes cênicas e dialoga com a arquitetura, cinema, dança, performance e artes plásticas.
Inspirado nos seres fantásticos da ilha do Prospero “A Tempestade de Shakespeare”. Aqui, as sombras remetem ao inconsciente, às memorias da infância, ao sonho e intangível mundo da mente humana. Um emaranhado de emoções, imagens e sons, são lapsos imagéticos da memória num único instante de delírio que se manifestam nas sombras do inconsciente.