PROCESSOS CRIATIVOS
Grupos com forte atuação em teatro de rua expõem seus processos criativos e espetáculos, revelando os bastidores da criação.
CIA. QUASE CINEMA
Delírio, Sombras do Inconsciente
“Delírios, sombras do inconsciente” , performance que pesquisa a loucura como material poético e utiliza a arquitetura como parte da obra, um cinema vivo.
Trabalho híbrido, que nasceu nas artes cênicas e dialoga com a arquitetura, cinema, dança, performance e artes plásticas.
Inspirado nos seres fantásticos da ilha do Prospero “A Tempestade de Shakespeare”.
MAMULENGO DA FOLIA
A folia no Terreiro do Seu Mané Pacaru
O Mamulengo da Folia é o teatro popular despojado e apresentado dentro de uma barraca sanfonada, onde fica o mamulengueiro com sua mala de bonecos.
Danilo Cavalcante, (o criador do mamulengo da folia) nasceu no sítio de Taruassu, Canhotinho/PE. Um brincante que se destaca a revitalização do teatro de mamulengo, tanto aqui na região sudeste como em Pernambuco.
CIA. DOS NÁUFRAGOS
A Ilha Desconhecia
O espetáculo reconta através de uma trupe de atores/marinheiros uma simples história: um Homem vai à procura da Ilha Desconhecida, com a convicção de que só se conheceria quando na ilha estivesse. Também é a história de uma Mulher que, por intermédio do destino, têm sua vida entrelaçada à do Homem. Livremente inspirada na obra de José Saramago.
BARRACÃO CULTURAL
A Condessa e o Bandoleiro
Uma condessa entediada decide sair da vida tediosa da riqueza e atravessar a floresta em direção a um baile, acompanhada de um barão e sua ama. No caminho, são obrigados a pernoitar em uma taberna, onde se encontrarão com o temido bandoleiro Zé Facada, que os colocará diante de um novo mundo que mudará suas visões de si mesmos e dos outros.
ROSA DOS VENTOS
A Farsa do Advogado Pathelin
Com muito humor, improvisos, trocadilhos com o público, num tom muitas vezes escatológico e impudico, o espetáculo A Farsa do Advogado Pathelin revela o ser humano em sua ganância e habilidade para tirar vantagens. A Farsa do Advogado Pathelin mexe com os poderes morais e políticos, levando à cena seres alucinados pela pobreza e pelos humores do baixo ventre, entorpecidos pela oportunidade de trapacear a todos e a si próprios.
CIRQUINHO DO REVIRADO
Júlia
Júlia, uma mulher das ruas, vem chegando. Palheta, seu fiel escudeiro, é quem a conduz. Na bagagem, coisas do mundo, coisas da vida, tantas coisas. Entre realidade e ilusão há uma linha muito tênue, onde uma mulher sem pernas seria capaz de rodopiar. Esta dupla errante gira o mundo ou é o mundo quem os gira? Excluídos pelos excluídos, dizendo-se donos dos restos de um circo incendiado, Júlia e Palheta "se viram". Não é fácil ter pernas!
CIA. CÊNICA
Sabiás do Sertão
Abordando a história de Castatinha & Inhana, primeira dupla sertaneja formada por marido e mulher, o espetáculo reverencia o casal , expoente da música caipira. O circo e o rádio presentes na trajetória da dupla são trazidos à cena por uma companhia ambulante de teatro, com artistas rapsodos que contam, vivem, tocam, dançam e cantam canções imortalizadas nas vozes desses “sabiás do sertão”.
CIA. FÁBRICA SÃO PAULO
Antígonas
A Cia Fábrica apresenta o texto clássico de Sófocles numa versão popular para teatro de rua. Esta tragédia escrita em 440 AC – período em que a população grega começava a exigir os seus direitos – traz consigo um enorme valor artístico e poético que se mantém atual, especialmente, no exercício de pensar a participação do cidadão nas decisões do Estado.
TRIBO DE ATUADORES ÓI NÓIS AQUI TRAVEIZ
O Amargo Santo da Purificação
"O Amargo Santo da Purificação" conta a história do revolucionário marxista brasileiro Carlos Marighella, uma figura central na luta contra ambas as ditaduras enfrentadas pelo país no século XX: o Estado Novo de Getúlio Vargas nos anos 30 e 40; e, a ditadura civil-militar, instaurada em 1964. Esta visão alegórica e barroca da sua vida, paixão e morte revive um herói popular que os setores dominantes tentaram apagar da história nacional por décadas.
TEATRO DE PERNAS PRO AR
AUTOMÁKINA - Universo Deslizante
Automákina é um universo sobre rodas para um só homem, uma máquina gigante construída pelo Luciano Wieser, feita para ganhar as ruas e chegar aos espaços mais inusitados. Engenhocas funcionais, bonecos autômatos, instrumentos musicais e movimentos corporais criados e adaptados, exclusivamente, à densidade deste mundo do Duque de Hosain’g.
O tempo é deslizante e incerto. O estranho o acompanha e transforma tudo que está a sua volta.
ERRO GRUPO
Jogo da Guerra
Jogo da Guerra, simultâneo com multiplicação de perspectivas, que acontece em três lugares distintos de uma mesma rua, além de percorrer seus arredores, é uma obra em três partes. Com inspiração no jogo homônimo de Alice Becker-Ho e Guy Debord.
PAVILHÃO MAGNÓLIA
Urubus
Transpirado do texto O Palácio dos Urubus, de Ricardo Meirelles, assumimos aqui uma ação para nosso tempo, uma espécie de agitprop da perplexidade. O que pensar da nossa cidade, da nossa política? Quem são hoje os urubus? Quem são as carniças? O que pensar da democracia, esse governo bastardo do povo? Ai!!! O Povo!!! O que pensar do teatro para o povo? Sejam bem-vindos à corte real! Mas saibam de uma vez que: O REI MORREU!!!
CIA ESTÁVEL TEATRO
A Exceção e a Regra
Na trama uma pequena caravana participa de uma corrida em direção à cidade de Urga. A expedição que chegar primeiro ganha como prêmio uma concessão para explorar petróleo. Durante a viagem são expostos a relação entre patrão (explorador) e empregado (explorado), assim como os mecanismos que legitimam o abuso de um e a submissão do outro.
FEIRA LAMBE-LAMBE
Cia A Dita Cuja e Teatro de Caixeiros
A Feira de Teatro Lambe-lambe é um projeto de apresentação simultânea de diversas caixas lambe-lambe e foi criada como um ponto de encontro dos integrantes do coletivo Teatro de Caixeiros e suas caixas de teatro em miniatura onde diversas linguagens das formas animadas se reúnem nestes pequenos espaços para contar suas grandes histórias.
CIA PIA FRAUS
Bichos do Brasil
Um espetáculo que mostrar a riqueza da fauna brasileira através de recursos plásticos. Pautado nos bonecos, na música e na coreografia, cria o ambiente da mata sem exigir um comportamento humano de seus personagens. Ao beber na mesma fonte inspiradora dos mitos populares, acaba por fazer uma reverência aos bichos brasileiros.
NATIVOS TERRA RASGADA
Rua sem Saída
Um cemitério antigo e abandonado começa a ser usado como moradia pelos personagens. A peça é resultado de uma profunda pesquisa do grupo sobre o direito à cidade, negritude e direitos humanos, numa perspectiva cômico/crítica usando uma linguagem popular, músicas texto e estética acessíveis ao grande público.
















